Matéria do site Guia da Semana.

Sinônimo de elegância e cheio de história, o chapéu passou a figurar novamente no visual dos homens modernos que descobriram o acessório. Como um toque diferente na aparência do dia a dia ou para fazer bonito na noitada, os mais requisitados vem do Equador e ganharam adeptos famosos. Fabricados de materiais diversos, inovam o estilo com abas curtas, longas, risca de giz, xadrez, moderninho, caubói e não seguem um padrão ideal. Veja algumas sugestões que o Guia da Semana selecionou e confira dicas do consultor de imagem e Personal Stylist Alexandre Taleb, para não errar na hora de enfeitar sua cabeça.

Cuca fashion

O item que surgiu por volta de 4000 a.C sofreu um declínio por parte do público masculino nos anos 1960, mas resistiu ao tempo e está na cabeça, literalmente, de modelos de grandes marcas do mundo da moda. Hoje, há exemplares indicados para o dia, em ambientes abertos, ou para a noite, estilos mais finos, e até mesmo para ambientes fechados nos tempos de frio. Para dias quentes, os mais leves, feitos de palha ou algodão vão bem com jeans e bermudas. Já no inverno, os chapéus são intercalados com tecidos mais grossos. Nessa época, caem bem com ocasiões elegantes, que exijam o uso de ternos e blazers. 

Um dos quesitos na hora de escolher o modelo é o formato do rosto. O biotipo de cada homem e os traços faciais fazem a diferença, portanto, é ideal escolher chapéus de tamanho proporcional. Por exemplo, homens com rosto largo podem optar pelos maiores, usados de lado, já para faces pequenas, os discretos e menores caem melhor.

Sinônimo de elegância

Não bastar casar com a roupa. Usar chapéu envolve também algumas normas de etiqueta. Para isso, vale se atentar ao local. “Em restaurantes, salas e escritórios ele deve sempre ser retirado, exceto nos locais com públicos como lobbies de hotel ou shoppings”, alerta Alexandre. Alguns truques ajudam a deixar o usuário ainda mais estiloso ao usá-lo. “Quando retirar o chapéu da cabeça e segurá-lo na mão, a parte de dentro nunca deve ficar à mostra, apenas a externa”, orienta Taleb. Para quem curte incluir algum acessório no chapéu, como botton ou pena, deve se atentar para fixar o objeto sempre do lado esquerdo do item.
Um dos mais requistados é o Panapá. Fabricado no Equador, em Cuenca e Montecristi, possui como característica principal a cor clara e pode ser feito em diversos formatos. O material de composição é a palha da planta Carludovica Palmata, originária do país. Um exemplo clássico é vendido pela marca Los Dos. Feito com a matéria prima local, o chapéu Cairo figura na coleção de inverno da marca.

Fabricado de inúmeros materiais, o chapéu combina com uma festa de fim de semana na casa dos amigos e até mesmo em uma balada de noite. Ideal para ser usado em eventos mais informais, o chapéu da Doc Dog é feito em moleton com tachas na lateral.

O modelo da DC Shoes feito de palha e faixa colorida de tecido segue a linha Panamá. Para acompanhar a estampa do detalhe, o chapéu é ideal para ser usado em épocas de outono/inverno, combinado com cachecóis e outros adornos.
Outra sensação do momento é o chapéu Fedora. O modelo clássico usado pelo Indiana Jones, tem sido visto com frequência nas passarelas e ruas. A baixas temperaturas fazem o acessório ser ainda mais usado fora do Brasil. Existem ateliês, como o francês La Cerise sur le Chapeau, em que os modelos são customizados nas cores que o cliente desejar, no site oficial.

Matéria do site: http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paulo/Estilo/Noticia/Charme_aristocrata.aspx?ID=63802

Por Marcus Oliveira
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